Torrijos

"A arte consiste em fazer os outros sentirem o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação." Fernando Pessoa

1 year ago

O feriado veio e serviu de amostra grátis pro verão que tá vindo. O descanso foi bem vindo - talvez até demais. Passei esses dias de descanso em Salvador e tentei ver o que pude.
Conheci um artista que faz pintura à oleo chamado Wagner, mas não acho seu acervo na internet por nada. Pintava as baianas em frente à Igreja de São Franciso, o pelourinho e por aí vaí! A vontade era de comprar todas as telas e trazer, mas fiquei na vontade.
Fernando Botero, de quem é a pintura aí em cima, estava em alta, assim como Romero de Britto e seus personagens.
Em tempo: Duas novas exposições foram inauguradas no MAM do Rio: Baque virado, de Afonso Tostes, toda com raízes, e a (+10), de Jorge Emmanuael, que, tendo como tema os “mortos em e sem confronto”, mostra as ações policiais pra implantar as UPPS nas favelas da cidade.

O feriado veio e serviu de amostra grátis pro verão que tá vindo. O descanso foi bem vindo - talvez até demais. Passei esses dias de descanso em Salvador e tentei ver o que pude.

Conheci um artista que faz pintura à oleo chamado Wagner, mas não acho seu acervo na internet por nada. Pintava as baianas em frente à Igreja de São Franciso, o pelourinho e por aí vaí! A vontade era de comprar todas as telas e trazer, mas fiquei na vontade.

Fernando Botero, de quem é a pintura aí em cima, estava em alta, assim como Romero de Britto e seus personagens.

Em tempo: Duas novas exposições foram inauguradas no MAM do Rio: Baque virado, de Afonso Tostes, toda com raízes, e a (+10), de Jorge Emmanuael, que, tendo como tema os “mortos em e sem confronto”, mostra as ações policiais pra implantar as UPPS nas favelas da cidade.

1 year ago

Esse video foi gravado integralmente com a mais nova câmera da Lomography, a Lomokino! É uma câmera de filmar analógica, que usa os velhos rolos de 35mm!

Pra conferir mais vídeos gravados com a câmera é só conferir o canal deles no Vimeo e pra saber mais sobre a câmera é só entrar no site deles, lomokino.com

1 year ago

O futuro chegou. A fotógrafa de moda Jamie Beck, com a colaboração do artista gráfico Kevin Burg, desenvolveu a série cinemagraphs”! Trata-se de uma série de fotografias que são animadas, mas não são vídeos! São pequenos detalhes que dão vida ao momento registrado.

Claro que é tudo virtual mas a ideia (apesar de simples) já é incrível…

Imagina se Monalisa piscasse!


 Gostou? Pra ver outras das que mais gostei é só ler mais!

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1 year ago

Essa semana descobri o artista plástico Claudio Aun, que está expondo (e pintando ao vivo) no Centro Cultural Correios.
Mas não foram as pinturas de Claudio que me fizeram fã, e sim suas esculturas. Achei incrível cada detalhe que ele deu ao mármore, produzindo feições perfeitas, principalmente em Hermes, Dionísio e Hades.
Além das esculturas mitológicas em mármore branco, o artista também esculpe em bronze, num trabalho ainda mais facinante. As peças que chamaram mais a minha atenção foram a sereia e o cavalo com cabeça de livro, qu você confere aqui embaixo!
Aliás, vale a pena entrar no site dele e saber mais sobre o artista - que faz parte da Academia Brasileira de Belas Artes - e sobre seu trabalho.

Essa semana descobri o artista plástico Claudio Aun, que está expondo (e pintando ao vivo) no Centro Cultural Correios.

Mas não foram as pinturas de Claudio que me fizeram fã, e sim suas esculturas. Achei incrível cada detalhe que ele deu ao mármore, produzindo feições perfeitas, principalmente em Hermes, Dionísio e Hades.

Além das esculturas mitológicas em mármore branco, o artista também esculpe em bronze, num trabalho ainda mais facinante. As peças que chamaram mais a minha atenção foram a sereia e o cavalo com cabeça de livro, qu você confere aqui embaixo!

Aliás, vale a pena entrar no site dele e saber mais sobre o artista - que faz parte da Academia Brasileira de Belas Artes - e sobre seu trabalho.

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1 year ago

A estação carioca tá chegando e já recebe convidados! Depois dos Rinocerontes invadirem São Paulo, as vacas estilizadas da Cow Parade voltaram ao Rio! Fiz uma pequena seleção com as que mais gostei, mas ao vivo elas são muito mais charmosas… Pra conferir o mapa das vacas, só clicar aqui.

1- Vaca de Elite, por Edberto Dutra e Carlos Gusmão

2- RoCowinrio, por André Flauzino

3- Era uma vez, por Ana Camleo

4- Vaca de Tróia, por Drica Voivodic

5- Frida Cowlo, por Hugo Peres

1 year ago

Num projeto do Instituto Moreira Salles, o dia 31 ganhou também uma festa brasileira. Hoje é o dia D - dia de Drummond. No aniversário do poeta, o Instituto e outros belos parceiros, como a Livraria Cultura, a Editora Companhia das Letras e a Livraria da Travessa, estão organizando e promovendo debates, filmes e recitais. Vale a pena conferir a programação no site especial.

No vídeo, Adriana Calcanhotto, Alberto Martins, Alcides Villaça, Antonio Cícero, Armando Freitas Filho, Aurélio Mesquita, Cacá Diegues, Caetano Veloso, César Lacerda, Chico Buarque, Daniela Thomas, Davi Arrigucci Jr., Dráuzio Varella, Drica Moraes, Elvia Bezerra, Eucanaã Ferraz, Fabrício Corsaletti, Fernanda Torres, Gregório Duvivier, Joca Rainers Terron, Jorge Mautner, Laerte, Laura Liuzzi, Mariana de Moraes, Marília Pêra, Marina Person, Marlene de Castro Correa, Milton Hatoum, Numa Ciro, Nuno Ramos, Omar Salomão, Paulo Henriques Britto, Pedro Drummond, Sandra Corveloni recitando Carlos Drummond de Andrade…

1 year ago

Na Era da informática, os livros ocupam menos prateleiras e menos espaço na vida das pessoas. Os folhetins contemporâneos estão sob o formato de vídeos na internet ou de microtextos com poucos caracteres. A própria literatura, não só a clássica mas a atual também, pra sobreviver, apela à mídias alternativas, como a cinematográfica, a televisiva e a digital. O antigo leitor é hoje um consumidor que não se contenta com obras que entretenham, os textos preciasm interagir.
A questão da literatura invade o âmbito cultural: no século XXI, um livro concorre com a internet, a telvisão, o videogame e diversos outros recursos que não existiam duas gerações atrás. Hoje, uma criança de classe média pode jogar na internet, brincar com barbies digitais, assistir a reality shows, ver seu filme favorito em 3D ou ficar sentado, num canto, sem interagir com nada que seja (ou pelo menos pareça) vivo, apenas lendo um livro de papel e capa dura.
O grande problema é justamente a deficiência em se passar, geração pós geração, a magia do livro, mostrar que o papel e a capa dura são a carne, o osso e o sangue de um ser que também vive e interage  de forma única com cada leitor. Leitor que é na verdade um co-autor; vai além: se transforma em cúmplice de crimes perfeitos, cupido de romances impossíveis, melhor amigo de princesas, bruxos e vampiros.
Os livros, invariavelmente, misturam as emoções e sensações do autor, dos personagens e do leitor. Essa interação, por ser tão sensível, é, paradoxalmente, a responsável pelo amor ou pela indiferença à essência da literatura. Mas literatura, como o próprio  dicionário sugere, nada mais é do que a arte de ler e, como toda arte, divide opiniões: seus apreciadores vêem ressaca onde seus depreciadores vêem traição…
A literatuura está - e precisa continuar - se repaginando e se atualizando pra permanecer encantando. Seja sob forma de e-readers ou com folhas amareladas cheirando a mofo, os livros são verdadeiros “pó de pirlimpimpim” petrificado, que permitem conhecer belas paisagens, fazer novos amigos, habitar mundos paralelos, viver novos personagens e por que não novas vidas?
Manuel Bandeira disse que as pessoas são duplamente prisioneiras: de si mesmas e do tempo em que vivem. Os livros, eternos e atemporais, não estão presos ao tempo histórico de seu leitor, mas à imaginação dele. Somente com o livro, o homem pode se libertar de si mesmo e do contexto em que está inserido para, por fim, ser livre e viver feliz para sempre…

Na Era da informática, os livros ocupam menos prateleiras e menos espaço na vida das pessoas. Os folhetins contemporâneos estão sob o formato de vídeos na internet ou de microtextos com poucos caracteres. A própria literatura, não só a clássica mas a atual também, pra sobreviver, apela à mídias alternativas, como a cinematográfica, a televisiva e a digital. O antigo leitor é hoje um consumidor que não se contenta com obras que entretenham, os textos preciasm interagir.

A questão da literatura invade o âmbito cultural: no século XXI, um livro concorre com a internet, a telvisão, o videogame e diversos outros recursos que não existiam duas gerações atrás. Hoje, uma criança de classe média pode jogar na internet, brincar com barbies digitais, assistir a reality shows, ver seu filme favorito em 3D ou ficar sentado, num canto, sem interagir com nada que seja (ou pelo menos pareça) vivo, apenas lendo um livro de papel e capa dura.

O grande problema é justamente a deficiência em se passar, geração pós geração, a magia do livro, mostrar que o papel e a capa dura são a carne, o osso e o sangue de um ser que também vive e interage  de forma única com cada leitor. Leitor que é na verdade um co-autor; vai além: se transforma em cúmplice de crimes perfeitos, cupido de romances impossíveis, melhor amigo de princesas, bruxos e vampiros.

Os livros, invariavelmente, misturam as emoções e sensações do autor, dos personagens e do leitor. Essa interação, por ser tão sensível, é, paradoxalmente, a responsável pelo amor ou pela indiferença à essência da literatura. Mas literatura, como o próprio  dicionário sugere, nada mais é do que a arte de ler e, como toda arte, divide opiniões: seus apreciadores vêem ressaca onde seus depreciadores vêem traição…

A literatuura está - e precisa continuar - se repaginando e se atualizando pra permanecer encantando. Seja sob forma de e-readers ou com folhas amareladas cheirando a mofo, os livros são verdadeiros “pó de pirlimpimpim” petrificado, que permitem conhecer belas paisagens, fazer novos amigos, habitar mundos paralelos, viver novos personagens e por que não novas vidas?

Manuel Bandeira disse que as pessoas são duplamente prisioneiras: de si mesmas e do tempo em que vivem. Os livros, eternos e atemporais, não estão presos ao tempo histórico de seu leitor, mas à imaginação dele. Somente com o livro, o homem pode se libertar de si mesmo e do contexto em que está inserido para, por fim, ser livre e viver feliz para sempre…

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